Manifestações contra a Reforma da Previdência

Houve muitas manifestações contra a Reforma da Previdência 2017. Em mais de 18 estados do país, manifestantes se reuniram para lutar contra as medidas tomadas pelo governo de Michel Temer. Em 2018 os protestos continuaram acirrados ainda mais pela proximidade das eleições presidenciais.

Rodovias interditadas, prédios públicos tomados por lideranças sindicais e trabalhistas, além de grande concentração de pessoas foram algumas das características dessas manifestações. Cruzes e caixões foram espalhados em frente ao Congresso simbolizando a vida sem aposentadoria caso a reforma seja aprovada.

Com uma porcentagem alta de rejeição por parte da população, o governo Temer manteve sua intenção de aprovar a PEC ainda em 2017; no entanto, com os problemas de violência no Rio de Janeiro e a intervenção militar, não houve possibilidades legais para dar continuidade à Reforma.

Após as eleições presidenciais, Michel Temer sinaliza sua intenção de aproximação com o presidente eleito para que se possa dar continuidade ao processo de reforma. Segundo Arthur Maia, o que pode acontecer é a aprovação parcial da PEC, enquanto o presidente eleito consegue uma maioria de votos no Congresso.

A Reforma da Previdência tem dividido opiniões de pesquisadores políticos e econômicos. Ao mesmo tempo em que se fazem necessárias as políticas para conter a crise econômica, é importante que os direitos dos trabalhadores não sejam espoliados, assim como é importante manter as empresas privadas com os mesmos deveres de cidadãos do país.

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